ALERTA: A criminalidade e a violência crescem de forma assustadora no Brasil. Os policiais estão prendendo mais e aprendendo muitas armas de guerra e toneladas de drogas. A morte e a perda de acessibilidade são riscos presentes numa rotina estressante de retrabalho e sem continuidade na justiça. Entretanto, os governantes não reconhecem o esforço e o sacrifício, pagam mal, discriminam, enfraquecem e segmentam o ciclo policial. Os policiais sofrem com descaso, políticas imediatistas, ingerência partidária, formação insuficiente, treinamento precário, falta de previsão orçamentária, corrupção, ingerência política, aliciamento, "bicos" inseguros, conflitos, autoridade fraca, sistema criminal inoperante, insegurança jurídica, desvios de função, disparidades salariais, más condições de trabalho, leis benevolentes, falência prisional, morosidade dos processos, leniência do judiciário e impunidade que inutilizam o esforço policial e ameaçam a paz social.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

PERÍCIA - BANCO DE DADOS DE DNA DE CRIMINOSOS

APOIO A INVESTIGAÇÕES. Avança criação de banco de DNA de criminosos - ZERO HORA 25/08/2011

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou ontem um projeto de lei que cria um banco de dados genéticos de criminosos no país. A proposta determina a coleta de amostras de DNA de presos condenados por crimes hediondos ou praticados com violência.

Otexto, de autoria do senador Ciro Nogueira (PP-PI), prevê a possibilidade de coleta do DNA de acusados quando sua identificação genética for entendida como essencial às investigações policiais. O banco de dados com informações genéticas será sigiloso, e o acesso poderá ser solicitado por autoridade policial da União ou dos Estados, em caso de inquérito instaurado.

– Essa situação vem ao encontro do desejo da sociedade de acabar com a impunidade no país. Nós teremos um mecanismo muito bom, que vai dar sustentação às investigações no país – afirmou Nogueira.

A criação do banco é uma demanda dos peritos da Polícia Federal. Segundo eles, o registro do DNA pode facilitar a identificação de um detento que volta a cometer um crime. Agora, o projeto deve ser apreciado em uma nova votação na CCJ antes de seguir para a Câmara dos Deputados.