ALERTA: A criminalidade e a violência crescem de forma assustadora no Brasil. Os policiais estão prendendo mais e aprendendo muitas armas de guerra e toneladas de drogas. A morte e a perda de acessibilidade são riscos presentes numa rotina estressante de retrabalho e sem continuidade na justiça. Entretanto, os governantes não reconhecem o esforço e o sacrifício, pagam mal, discriminam, enfraquecem e segmentam o ciclo policial. Os policiais sofrem com descaso, políticas imediatistas, ingerência partidária, formação insuficiente, treinamento precário, falta de previsão orçamentária, corrupção, ingerência política, aliciamento, "bicos" inseguros, conflitos, autoridade fraca, sistema criminal inoperante, insegurança jurídica, desvios de função, disparidades salariais, más condições de trabalho, leis benevolentes, falência prisional, morosidade dos processos, leniência do judiciário e impunidade que inutilizam o esforço policial e ameaçam a paz social.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

POLICIAIS MILITARES


ROBERTO BRENOL ANDRADE | opiniao@jornaldocomercio.com.br

Palavra do Leitor


JORNAL DO COMÉRCIO. Coluna publicada em 15/10/2013


É incrível o desconhecimento da história do RS demonstrado pelo senhor Jair Krischke. Ao contrário do que ele diz, a ditadura militar desmilitarizou em parte a Brigada Militar, até ali um verdadeiro exército regional que, na legalidade, arrostou o Exército Nacional. Assim, como quase todos os gaúchos, o próprio dr. Brizola era um grande admirador da “Briosa”. De resto, no que se refere ao mérito, são lamentáveis as opiniões do entrevistado, além do que desconhece ele a presença policial militar nos protestos urbanos em vários países e o por que de ali não haver depredações e violências. (Antonio Augusto d´Avila, economista)


Antes uma dúvida, agora a certeza de que o senhor Jair Krischke tem, sim, um ranço com a Brigada Militar, pois jamais prestou apoio e solidariedade aos policiais militares que perderam a vida em defesa da sociedade e às famílias dos militares jamais tiveram atenção desse senhor. Por isso, o Movimento de Justiça e Direitos Humanos não representa com legitimidade a sociedade organizada, que deseja que instituições como essa sejam livres de viés ideológico e não com essa visão distorcida e injusta. Recomendo ao cidadão Jair que dê uma passadinha no Hospital Ernesto Dornelles e veja como se encontra lá um jovem soldado da Brigada Militar atingido por um desses possíveis protegidos de seu Movimento de Justiça e Direitos Humanos. Aí talvez mereça consideração e reconhecimento. (Larry Beltrame, Porto Alegre)




COMENTÁRIOS

JAIR KRISCHKE - 15/10/2013 - 12h39 - 
Quanta ingratidão ! Quando policiais civis e militares desassistidos pelo Estado necessitam, recorrem ao movimento de Justiça e Direitos Humanos. Em nosso escritório as provas estão sempre a disposição dos interessados.Os acontecimentos de norte a sul do país, nos enchem de razão. A opinião pública esta do nosso lado.