ALERTA: A criminalidade e a violência crescem de forma assustadora no Brasil. Os policiais estão prendendo mais e aprendendo muitas armas de guerra e toneladas de drogas. A morte e a perda de acessibilidade são riscos presentes numa rotina estressante de retrabalho e sem continuidade na justiça. Entretanto, os governantes não reconhecem o esforço e o sacrifício, pagam mal, discriminam, enfraquecem e segmentam o ciclo policial. Os policiais sofrem com descaso, políticas imediatistas, ingerência partidária, formação insuficiente, treinamento precário, falta de previsão orçamentária, corrupção, ingerência política, aliciamento, "bicos" inseguros, conflitos, autoridade fraca, sistema criminal inoperante, insegurança jurídica, desvios de função, disparidades salariais, más condições de trabalho, leis benevolentes, falência prisional, morosidade dos processos, leniência do judiciário e impunidade que inutilizam o esforço policial e ameaçam a paz social.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

PC E PROMOTORIA VÃO FILMAR AÇÕES DA PM EM ATOS DO RIO





FOLHA.COM 14/10/2013 - 18h57

DA AGÊNCIA BRASIL


Representantes do Ministério Público e da Polícia Civil vão filmar as abordagens feitas pela Polícia Militar a pessoas com os rostos cobertos, mascaradas e que estejam usando mochilas. A revista será feita, por policiais militares identificados, na manifestação prevista para amanhã (15), Dia do Professor.

A concentração está marcada para as 15h, na Candelária, no centro do Rio. Os professores sairão em passeata pela avenida Rio Branco.

A decisão de filmar a ação da PM foi tomada durante uma reunião no quartel-general da corporação, com a participação do Sepe (Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação), da Polícia Civil, Ministério Público e Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos.

A iniciativa partiu do comandante-geral da PM, coronel José Luis Castro Menezes, com a finalidade de viabilizar mecanismos de controle e monitoramento da ação policial nas ruas e torná-los eficazes na preservação da ordem pública, reduzindo as possibilidades de confronto e o consequente uso de força.


O coronel Castro Menezes voltou a defender o direito democrático das manifestações, mas reafirmou que "diante da atuação de vândalos, que adotam táticas violentas e depredam o patrimônio público e privado, os agentes do Estado têm o dever legal de interrompê-los, afastando a ocorrência do ilícito."

No encontro, ficou definido, também, que os profissionais de educação, por meio do Sepe, terão acesso aos oficiais da corporação, em posto de comando, que estiverem participando do policiamento nas manifestações.

Os professores municipal e estadual do Rio estão em greve desde o início de agosto. Na última segunda-feira, 7, o protesto de apoio à greve dos docentes terminou em quebra-quebra no centro do Rio.


COMENTÁRIO DO BENGOCHEA - Esta medida é mais uma do Brasil surreal onde a justiça criminal, além de ser assistemática e não trabalhar integrada, fica vigiando a criticada polícia militar, ao invés de vigiar e cumprir seus deveres contra quem subverte a ordem legal e democrática,  desobedece as leis vigentes, atenta contra o Estrado e ameaça a paz social da população.