ALERTA: A criminalidade e a violência crescem de forma assustadora no Brasil. Os policiais estão prendendo mais e aprendendo muitas armas de guerra e toneladas de drogas. A morte e a perda de acessibilidade são riscos presentes numa rotina estressante de retrabalho e sem continuidade na justiça. Entretanto, os governantes não reconhecem o esforço e o sacrifício, pagam mal, discriminam, enfraquecem e segmentam o ciclo policial. Os policiais sofrem com descaso, políticas imediatistas, ingerência partidária, formação insuficiente, treinamento precário, falta de previsão orçamentária, corrupção, ingerência política, aliciamento, "bicos" inseguros, conflitos, autoridade fraca, sistema criminal inoperante, insegurança jurídica, desvios de função, disparidades salariais, más condições de trabalho, leis benevolentes, falência prisional, morosidade dos processos, leniência do judiciário e impunidade que inutilizam o esforço policial e ameaçam a paz social.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

40 PM EXECUTADOS EM 2012

Em 2012, 40 policiais militares foram mortos em SP, diz comandante-geral

Roberval França diz que casos recentes aparentemente não têm ligação


estadão.com.br - 25 de junho de 2012 | 9h 52
 
Em 2012, 40 policiais militares, todos fora de serviço, foram assassinados em SP, disse em entrevista à rádio EstadãoESPN o comandante-geral da PM Roberval França na manhã desta segunda-feira, 25. Em todo o ano de 2011, 47 PMs foram assassinados.
Segundo França, em 2012, uma morte foi consequência de briga, dois policiais foram mortos em crimes passionais, seis enquanto faziam bico, dez casos tiveram características de execução, 15 assassinatos ocorreram quando os policiais reagiram a roubo enquanto estavam de folga e seis ocorrências ainda não foram esclarecidas.

França afirmou que não há indícios para relacionar as mortes de policiais na última semana. O comandante-geral afirmou a rádio EstadãoESPN que cinco envolvidos nos assassinatos foram presos e seis outros identificados.

Um dos criminosos, ressalta França, já havia assassinado um policial e preso em 2000. Em 2008, o homem saiu da prisão no Dia dos Pais e não voltou.

Segundo o França, 5 mil homens da PM foram mobilizados de maneira adicional em no Estado de SP por causa da onda de ataques e uma série de condutas de segurança foram emitidas para os policiais em folga no Estado.