ALERTA: A criminalidade e a violência crescem de forma assustadora no Brasil. Os policiais estão prendendo mais e aprendendo muitas armas de guerra e toneladas de drogas. A morte e a perda de acessibilidade são riscos presentes numa rotina estressante de retrabalho e sem continuidade na justiça. Entretanto, os governantes não reconhecem o esforço e o sacrifício, pagam mal, discriminam, enfraquecem e segmentam o ciclo policial. Os policiais sofrem com descaso, políticas imediatistas, ingerência partidária, formação insuficiente, treinamento precário, falta de previsão orçamentária, corrupção, ingerência política, aliciamento, "bicos" inseguros, conflitos, autoridade fraca, sistema criminal inoperante, insegurança jurídica, desvios de função, disparidades salariais, más condições de trabalho, leis benevolentes, falência prisional, morosidade dos processos, leniência do judiciário e impunidade que inutilizam o esforço policial e ameaçam a paz social.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

RS - POLICIAIS FLAGRADOS NA CORRUPÇÃO

CRIME NO QUARTEL. BM flagra violação de caça-níqueis - Zero Hora 16/12/2010.

Câmeras de segurança instaladas em um quartel de Esteio flagraram policiais retirando peças e partes inteiras de máquinas caça-níqueis que estavam apreendidas dentro de um quartel em Esteio. As imagens foram exibidas com exclusividade pelo Jornal do Almoço, da RBS TV. As máquinas fazem parte de um lote recolhido em 22 de novembro durante operação da PM. Uma perícia mostrou que desse lote sumiram 74 componentes e peças. Os policias foram presos e denunciados pelo Ministério Público à Justiça Militar.

FALSA INVESTIGAÇÃO - Inspetor é preso suspeito de extorsão

Agentes da Corregedoria da Polícia Civil prenderam, ontem, na Capital, um inspetor lotado na 3ª Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento, na Capital. Suspeito de extorsão, ele estaria exigindo R$ 50 mil de um empresário de Canoas.

As ameaças teriam começado na segunda-feira. O policial civil e um comparsa chegaram até o salão de festas do empresário e disseram ser da Polícia Federal (PF). A dupla contou que investigava tráfico de drogas e que ele estaria implicado. Para tanto, teriam mandados de busca e de prisão a cumprir. O empresário teria então dado acesso aos dois. Os falsos agentes levaram o empresário até uma agência bancária, onde ele sacou R$ 1 mil. Pelo combinado, na terça-feira, ele pagaria R$ 50 mil para não figurar na investigação.

O que os envolvidos não contavam era que a vítima comunicaria a PF e o Ministério Público, que, por sua vez, acionaria a inteligência da Brigada Militar. A dupla chegou ao local combinado em um Uno. Ao verificar as placas, os PMs descobriram que o veículo era de um policial civil, um dos homens da dupla.