ALERTA: A criminalidade e a violência crescem de forma assustadora no Brasil. Os policiais estão prendendo mais e aprendendo muitas armas de guerra e toneladas de drogas. A morte e a perda de acessibilidade são riscos presentes numa rotina estressante de retrabalho e sem continuidade na justiça. Entretanto, os governantes não reconhecem o esforço e o sacrifício, pagam mal, discriminam, enfraquecem e segmentam o ciclo policial. Os policiais sofrem com descaso, políticas imediatistas, ingerência partidária, formação insuficiente, treinamento precário, falta de previsão orçamentária, corrupção, ingerência política, aliciamento, "bicos" inseguros, conflitos, autoridade fraca, sistema criminal inoperante, insegurança jurídica, desvios de função, disparidades salariais, más condições de trabalho, leis benevolentes, falência prisional, morosidade dos processos, leniência do judiciário e impunidade que inutilizam o esforço policial e ameaçam a paz social.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

LADRÃO MORDE DEDO E BRAÇO DE POLICIAL

ZERO HORA 26/05/2013 | 21h55

Ladrão morde dedo e braço de soldados ao resistir à prisão. Policiais militares ficaram feridos em ocorrência registrada neste domingo na Vila Bom Jesus


Dois policiais militares que trabalham na Capital enfrentaram uma resistência à prisão que teve os dentes como arma utilizada. Após fugir da abordagem e colidir o carro furtado do próprio primo, Ariel Gian Dinarte Bento, 19 anos, mordeu dois soldados para tentar escapar da prisão.

O caso aconteceu por volta das 13h20min deste domingo, quando os policiais do 11º Batalhão de Polícia Militar (BPM) Rodrigo Quintana e Tiago Paludo desconfiaram de Honda Fit prata que circulava pela Vila Bom Jesus. Ao conferir no sistema, verificaram que o veículo constava como furtado.

— Decidimos abordar ele, mas ele fugiu da guarnição. Bateu em um poste e resistiu à prisão nos mordendo — conta o soldado Quintana.

Na luta corporal, o soldado Paludo ficou com um corte profundo em um dedo da mão direita, já o soldado Quintana ficou com ferimento em um dos braços. Mesmo feridos, os soldados conseguiram pedir ajuda de outra guarnição, que ajudou a realizar a prisão de Bento.

Os policiais foram levados ao Hospital Conceição para serem medicados, pois havia suspeita de que o bandido era soropositivo — hipótese descartada após teste de HIV. Há quatro anos no 11º BPM, Quintana diz que nunca havia enfrentado uma reação como esta.

Depois de ser atendido no Hospital Cristo Redentor, por causa de ferimentos provocados na colisão com o poste, o preso foi levado à 2ª Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA), onde foi registrada a ocorrência.

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