ALERTA: A criminalidade e a violência crescem de forma assustadora no Brasil. Os policiais estão prendendo mais e aprendendo muitas armas de guerra e toneladas de drogas. A morte e a perda de acessibilidade são riscos presentes numa rotina estressante de retrabalho e sem continuidade na justiça. Entretanto, os governantes não reconhecem o esforço e o sacrifício, pagam mal, discriminam, enfraquecem e segmentam o ciclo policial. Os policiais sofrem com descaso, políticas imediatistas, ingerência partidária, formação insuficiente, treinamento precário, falta de previsão orçamentária, corrupção, ingerência política, aliciamento, "bicos" inseguros, conflitos, autoridade fraca, sistema criminal inoperante, insegurança jurídica, desvios de função, disparidades salariais, más condições de trabalho, leis benevolentes, falência prisional, morosidade dos processos, leniência do judiciário e impunidade que inutilizam o esforço policial e ameaçam a paz social.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

ASSALTANTE É MORTO PELA VÍTIMA, UM POLICIAL CIVIL

ZERO HORA ONLINE 19/02/2013 | 09h58

Homem é morto ao tentar assaltar policial civil em Getúlio Vargas. Atuação do policial fora de serviço será investigada em sindicância

Marielise Ferreira


Um policial civil reagiu na noite de segunda-feira, a uma tentativa de assalto em Getúlio Vargas no Norte do Estado, e matou com um tiro o assaltante. O caso está sendo investigado pela polícia civil da cidade.

A tentativa de assalto aconteceu às 22h55 de segunda-feira, quando dois policiais civis se dirigiam para casa, com o carro particular de um deles, após um churrasco de confraternização da delegacia. Junto, estavam o pai e o filho de um dos policiais. Ao reduzir a velocidade para passar por uma lombada no bairro São José, eles foram surpreendidos por dois homens que estavam escondidos atrás de uma parada de ônibus e anunciaram o assalto.

Um dos assaltantes atirou contra o carro e o policial revidou, atirando contra os homens. Alessandro Gabriel de Almeida, 21 anos de idade, foi atingido e morreu no local. O outro homem conseguiu fugir. O local foi isolado pela perícia e a arma utilizada na tentativa de roubo foi apreendida pela polícia.

Conforme o delegado de polícia civil de Getúlio Vargas, Jorge Fracaro Pierezan, Almeida respondia a crimes como tentativa de homicídio e porte ilegal de arma. O nome do policial que atirou não foi divulgado pela polícia, mas Pierezan afirmou que, embora o uso da arma fora do horário de trabalho seja regular, uma sindicância foi aberta para apurar a conduta do policial.