ALERTA: A criminalidade e a violência crescem de forma assustadora no Brasil. Os policiais estão prendendo mais e aprendendo muitas armas de guerra e toneladas de drogas. A morte e a perda de acessibilidade são riscos presentes numa rotina estressante de retrabalho e sem continuidade na justiça. Entretanto, os governantes não reconhecem o esforço e o sacrifício, pagam mal, discriminam, enfraquecem e segmentam o ciclo policial. Os policiais sofrem com descaso, políticas imediatistas, ingerência partidária, formação insuficiente, treinamento precário, falta de previsão orçamentária, corrupção, ingerência política, aliciamento, "bicos" inseguros, conflitos, autoridade fraca, sistema criminal inoperante, insegurança jurídica, desvios de função, disparidades salariais, más condições de trabalho, leis benevolentes, falência prisional, morosidade dos processos, leniência do judiciário e impunidade que inutilizam o esforço policial e ameaçam a paz social.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

CUMPRIMENTOS DE MANDADOS DE PRISÃO CORRESPONDE A METADE DO TOTAL

 

CORREIO DO POVO 31/12/2014


Mais de 800 foragidos são capturados em 2014 no RS. Cumprimento a mandados de prisão corresponde a 50% do total



A Delegacia de Capturas (Decap) do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) da Polícia Civil prendeu mais de 800 foragidos em 2014. Segundo o delegado Arthur Teixeira Raldi, as capturas efetuadas ao longo do ano passado dividiram-se basicamente em cumprimento de mandados de prisões preventivas, correspondente a 50% do total; e aos mandados decorrentes de sentenças penais condenatórias definitivas, equivalentes a 30%, enquanto o restante, em torno de 20%, referem-se aos foragidos localizados.

Conforme o titular da Decap, os indivíduos capturados atuaram nas diversas áreas da criminalidade, sobretudo em homicídio, tráfico de drogas, roubos de veículos, roubos a estabelecimentos comerciais e estupros. “O número expressivo de prisões é fruto de diversas ações realizadas não só em Porto Alegre, mas também nas cidades que fazem parte da Região Metropolitana da Capital, além de municípios do Litoral e do Interior do Estado, sendo resultado de trabalho investigativo que visa tirar de circulação meliantes que perpetuam suas atividades criminosas enquanto permaneciam em liberdade, encaminhando-os para o estabelecimento prisional”, afirmou.

O delegado Arthur Teixeira Raldi destacou “a dedicação dispensada pelos policiais no exercício diuturno de seu trabalho, que se inicia na madrugada de cada dia, com o objetivo de minimizar as chances de confronto e reação por parte dos criminosos, quando normalmente são efetuadas a maioria das prisões, se encerrando somente com a entrega de todos os presos ao cárcere”, ressaltou.